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Gal, saudade já (09 novembro 22)
Graça Alegria e lamento GAL, saudade já Graça, alma, laços Laço que me aperta agora A voz, o choro, o peito Acertam em cheio o meio de mim O veio, o ouro, a arte da voz Tamanha! Seu nome é Gal Enorme saudade prevista Galhofa dos senhores Deuses do destino Quando os bons são recolhidos Mandam os avisos, nunca esperamos Esvaziam nossas legiões do bem Nos deixam mirando estrelas Gabrielas, estranhas forças A morte, na surpresa de sempre Dulcíssima Bárbara, doce Gal Graça, que pa
19 de mai.1 min de leitura


Corda de aço
Acordes duros acordos aceitos, de tempos respiração ante refluxos fluem dentre as dobras dos tempos dos sonhos, estranhos inexos, inexoráveis Veias pulsantes antes e depois, imemoriais ante sonantes brilhos espectrais Veios de sangue e sons tempos perdidos compassos longos, trazidos amarrados forte corda, som brilhante Desperto! acordes abertos tonantes feridas a dedos cordas unhas ritmos cambiantes compassos lentos, que atrasam a espera lerdos tempos, cores, tons semitons me
19 de mai.1 min de leitura


Repente agreste, sementes e romãs
De repente, desafio, fio a fio rimas discordes, lançadas à sorte romãs, Romas, Jeruzas além, muito além Aquém do Rio, cidades tristes Algures, alhures águas aquém do Eufrates, ou além do Estige banhando ou afogando no Jordão pelas mãos do profeta Rime ou não, o canto é preciso ritmado, ritos, remando forte sulcando revoltas águas do encéfalo cinza rumo, sem prumo pranto certo. Raros planos a palmos pertos raspando rápido as paredes do labirinto rentes movimentos, cortando cur
19 de mai.2 min de leitura
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