Gal, saudade já (09 novembro 22)
- 19 de mai.
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Graça Alegria e lamento
GAL, saudade já
Graça, alma, laços
Laço que me aperta agora
A voz, o choro, o peito
Acertam em cheio o meio de mim
O veio, o ouro, a arte da voz
Tamanha! Seu nome é Gal
Enorme saudade prevista
Galhofa dos senhores
Deuses do destino
Quando os bons são recolhidos
Mandam os avisos, nunca esperamos
Esvaziam nossas legiões do bem
Nos deixam mirando estrelas
Gabrielas, estranhas forças
A morte, na surpresa de sempre
Dulcíssima Bárbara, doce Gal
Graça, que passou, cruzou por mim
pequenina, linda, na praça Castro Alves eu perplexo
Entrei em Salvador chuvosa
ouvindo sua voz penetrante
No rádio e alto falantes
hipnotizantes, deslumbrado
Festa do interior
agora saudosa dor
porque tudo na vida acontece
Mas sei, é certo
minha paixão não esquece
Maria da Graça
Gal, hoje, meu nome é Gal!




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