LEMBRA?
- Carlos Wagner Coutinho Campos
- 23 de set. de 2025
- 1 min de leitura
Publicado em 15 de janeiro de 2018

Remember is an amber glass,
aberto a lembranças
‘sas pessoas ou as gentes esquecidas
das voltas que a vida dá.
Dá pra saber que memória não é máquina
nada em nós é mecânica morta.
Talvez, alguma vez, vês, se fez passado
versos soltos, saltos no campo das memórias e,
sentias, rias, ias por tanta tarde perdida
danadas lembranças, nuanças de miríades de pedaços
de coisas esquecidas
idas pra longe, onde devem girar, brincar
fincar loucuras de esconde-esconde.
Remember ermos lúgubres restos de ossos,
sós e singulares elementos desfeitos
casos mortos sufocantes, aterrorizantes,
antes não vivêssemos para ver suas essências,
se cientes de seus males e de suas paredes moles.
Mas finda em algum ponto o ciclo;
e então, leve, agora, a memória está vazia,
parece uma manhã fria, sem perspectiva,
onde o que se segue não se percebe,
beira rastros de cenas sem expressão, e,
sem pressão, só silencios!
Remember o âmbar, barcos no cais
Prontos pra partir, novamente,
pra onde?






Remember... agora lendo direito, em tela maior, visualizei forma e conteúdo num só poema. Gostei bem!