A hora do agora
- Carlos Wagner Coutinho Campos
- 25 de out. de 2011
- 1 min de leitura


Toda hora é hora de dar o salto para o novo
ovo de uma explosão de nova vida…
Findas infinitas, tácitas vindas de um vir a ser radical,
radicado em minhas memórias do por vir…
Essa é a promessa, peça de uma engrenagem
miragem concreta daquilo que nos espera,
que se espera ou exaspera,
eras e meras grandezas de tempos incontáveis,
contados em lendas em lentas articulações e evoluções.
Toda hora é, ora bolas, horário do tempo eterno, termo estranho,
que marca no relógio da impaciência de quem sabe que o tempo não para
para o às vezes desejado descanso.
Então descambas para a espera nervosa, nervosos lábios aos gritos
lançando-se aos ritos, mitos, mil tons de lamúrias sem respostas.
Toda hora é obra, e cobra seu cumprimento.
Toda hora posso mudar o tempo do relógio desses tempos de hoje,
templos de forasteiros,
viajamos em busca da hora certa,
ou certa hora mais que incerta.
“Enceta tua viajem”, me diz a magia,
“aceita o incerto de toda hora ser a hora da obra certa.
segue teu rumo!!!”
Carlos Wagner






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