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- Carlos Wagner Coutinho Campos
- 30 de dez. de 2005
- 1 min de leitura
Uma montanha azul vibrando em mim um sonho esquecido, um sonho certo de lembrança exata. Um sonho de uma infância passarinha, onde não havia uma responsabilidade, e o meu eu voava por sobre os campos repletos de sensações soltas, sem peso. Era assim a minha infância. Eu não tinha responsabilidade. Só vivia e brincava, e era levado demais – pergunte à minha mãe -, e só pensava em um dia ser feliz, ou continuar a sê-lo. Na minha infância só cabia a alegria, só cabia perceber que a vida não deveria ter tanto peso, e eu só precisava cantar e jogar futebol. E namorar também. Eu gamava fácil fácil. Minha infância foi passarinha…Até eu fazer treze anos… Aí…bem, e aí, eu fui para o Egito, e do Egito, eu descobri o deserto…e no deserto eu me vi um Eu se complicando, junto com a vida complicante e complicada. E nunca esqueci da minha infância. Mas, segui em frente. E agora eu estou aqui, tentando aprender a ser como uma criança, tentando não ser complicado, e buscando o objetivo das coisas nas coisas simples… Vá



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