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- Carlos Wagner Coutinho Campos
- 27 de jan. de 2014
- 1 min de leitura
Parir o real Carlos Wagner

06/08/2013
Do nada, danças, talvez estranhas,há muito toleradas dúvidas,as crescentes esperas raras, raspadas a fundo, dominadas do nada saber,erguidas e demolidas as barreiras rasteiras,mesmo que impedindo dores,espera-se que desvendem verdades de idades remotas,tortas idéias estranhas,mesmo que base de muitas reais montanhas povoadas,miríades de vidas,mesmo que exóticas,mesmo que exógenas, mesmo que Eros de óticas confusas,sábias canções de sabiás e melros,maritacas e papaguenos, mesmo que arrítmicas melodias de dias melosos, mesmo que desvendadas de vendas invisíveis,mesmo que doridas…Do nada, datados episódios emergentes,dos porões do in-conhecido,infundado alicerce de solidez líquida,lânguido motivo vivo,vívido e truculento tranco nas bases ácidas de hidrovias subterrâneas, rios da vida,ferventes águas do in-conhecível subsolo dos humanos esforços por serem gente humana – no sentido dos sonhos de Adão,perdido, desviado, abatido e buscador.Dor, sim, dor do parto a parir.
Carlos Wagner





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