poesia
- Carlos Wagner Coutinho Campos
- 12 de out. de 2007
- 1 min de leitura
AMOR – SUBSTANTIVO ABSTRATOAnália Coutinho Campos
Amor, substantivo,Substantivo abstrato…Está na gramática,está nos dicionários.
Porém o que dizem os poetas,Os amantes, os profetas?Que ele é a mola mestraque dirige a vida.., e ninguém contesta!
Que é lindo e forte, e às vezes sobrevive até depois da morte…Não importa se no sul ou norte.O amor e o ódio são dois sentimentosAntagônicos, mas semelhantes.O primeiro pode até, se desprezado,num grande ódio se tornar, somente.
O ódio, por sua vez,pode se transformar,em um amor tão profundo,e desafiar Deus… e o mundo!
O AMOR não e um só, são muitos,são vários, que numa palavra apenaspodem caber, podem viver,podem, mesmo, florescer.., crescer.
Amor que cria,Amor que mata, maltrata,Amor-sadismo, egoísta,Amor masoquista!
Amor criança — esperança…Amor saudade — maioridade!Amor demente, inconseqüente…Adolescente… amor prudente!Amor de mãe, tão lindo e forte!Que sofre sorrindo,mas às vezes chora, na alegria,se lhe sorri a sorte…
Amor – paixão – incandescente!Amor maduro, amor que dura…Até à Eternidade,AMOR – SAUDADE!
Amor antigo, amor moderno…Entre amantes – amor promessa,enquanto dure, amor eterno!
Estão aí mostradas,De maneira simples e pessoal,As diversas formas de AMOR…Porem a mais pura é aquela que dedicamosAo nosso SALVADOR!





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