Ian e Anália
- Carlos Wagner Coutinho Campos
- 12 de dez. de 2006
- 1 min de leitura
Ian – o último chegado…Anália, o início, a mater, dois polos, apontando para o centro, numa referência de cruzamento entre as duas linhas, traçadas por réguas que medem a vida. O começo e o presente início…Estamos felizes, e continuando um sonho, sabendo que nada é fácil.Mil coisas, muitos momentos e desafios, fios do destino, doces hinos e hostes, a vida se apresenta de forma veloz, marcante, riscando fundo e nos levando a caminhos diferentes, conectados naquele ponto central da reta traçada. Vamos lá, tudo está acontecendo como deve ser, nossos olhos se abrem e fecham também…Vamos lá, o sentimento é verde, é o sinal que nos dá passagem, mesmo que daltônicos, erremos o tom, porém, cantamos as cores e multi-facetas que pintam na tela do globo terrstre de nossos microcosmos, arcas e barcos que vão cortando as correntezas dessa água que é a vida, mares, rios, lagos, poças, enchurradas, goteiras, garrafas de elixir. E a música do Gil canta: “pela continuidade do sonho de Adão”, “se oriente rapaz, pela simples razão de que tudo merece consideração”. Vamos lá, lá já chegamos, e nem saimos do lugar…
12/12/2006
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