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Fio faz referência a uma turminha mais nova…E mais música…

  • Foto do escritor: Carlos Wagner Coutinho Campos
    Carlos Wagner Coutinho Campos
  • 18 de fev. de 2007
  • 2 min de leitura

Fio, estou postando o seu comentário na página de frente…

Teve sim essa festa. E talvez depois da primeira eu não perdi mais nenhuma. Até que com 12 ou 13 anos eu comprei uma radiola portátil Philips. Tinha azul e laranjada. Eu comprei azul, com meu dinheiro, à prestação, na EMBRAVA – Empresa Brasileira de Varejo. Quem me vendeu foi o Barthô; amigo e colega do Betão (do colégio Humberto Rosas)_, técnico do time de futebol de salão que o Betão jogava. Ele era vendedor. A partir deste investimento pude comandar muitas festinhas no terraço do Ivan. A turma tinha eu, Ivan, Silvinho, Valéria, Glaydes, Lincoln, Maninho, Nado, Cida, Betinho, Petrônio, Guinho, e outros que não me lembro agora. Aí, realmente começaram minhas referências musicais. Vamos lá. No primeiro escalão tinha o disco da novela Selva de Pedra. Rockn roll lullaby. Tinha Michael Jackson e os Jakson Five. Milton Mascimento e o Clube da Esquina, Courage, Para lennon e Maccartney, Angie dos Rollings Stones, muito Beatles, Gilberto Gil, Domingo no Parque, Lunik 9, etc…Cada música tinha um significado especial. Ben, do Michael, me dava esperança de uma namorada que eu ia amar muito. Lunik 9, me transportava para o futuro da humanidade e seu estéril projeto espacial. Mas nada me tocava tanto como a mineiridade de Milton Nascimento. Dele eu gostava de tudo, até o que era ruim (se é que existe!). No meu coração era proibido não gostar das músicas que o Milton compunha. E San Vicente foi a primeira que toquei no violão. E veio Maria Maria, o espetáculo de dança. A música mineira tomou conta do meu coração dos 13 aos 19, quando fui morar na companhia do saudoso irmão em Lavras. Lá convivi muito com os paulistas e aí veio o Grupo D´alma, Arrigo Barnabé, Rock pesado, Tom Zé, Jards Macalé, etc…Lembro-me também da Jovem Guarda, do Renato e seus Blue Caps, “Feche os olhos e sinta um beijinho agora…”, E os Golden Boys? Caramba, teve muita música boa pra curtir. Você se lembra de Rita Pavoni? Tinha um tal ” Me da um martelo”. E o Pepino de Capri? “Lo sai, no ni vero, Roberta ascolta me, ritorna ancor, que ti ame, perdona me”. Essas últimas são ainda de 1964/65 no Bairro São Lucas, na Francisco Sales.É isso aí meu irmão. Onde é que vai ficar isto tudo quando formos daqui?Na memória…Fio.

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Comentários


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Olá, que bom ver você por aqui!

Carlos Wagner, escritor, professor

Vamos conversar?

Obrigado pelo envio!

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