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Da coleção Gítanjali do poeta Rabindranath Tagore

  • Foto do escritor: Carlos Wagner Coutinho Campos
    Carlos Wagner Coutinho Campos
  • 12 de set. de 2011
  • 1 min de leitura

“De porta em porta eu“De porta em porta euandara mendigando pelo caminho da aldeia, quando o teu carro de ouro apareceu naandara mendigando pelo caminho da aldeia, quando o teu carro de ouro apareceu nadistância como distância como um sonho deslumbrante e eu me perguntei se seria esse o Rei detodos os reis! O carro parou onde eu estava. Teu olhar caiu sobre mim e tu descestetodos os reis! O carro parou onde eu estava. Teu olhar caiu sobre mim e tu descestecom um sorrisoinesperadamente estendeste-me a tua mão direita e disseste: “quetens tu para me dar?”

Fiquei confuso e parei indeciso; do meu alforje então, lentamente tirei e dei-te o grão de trigo menor de todos.Mas, que grande surpresafoi a minha quando, pelo fim do dia, entornando no chão a minha sacola, encontreientre as migalhas um grão de ouro que era o menor de todos! Amargamente chorei,lamentando não ter tido coragem de me haver dado todo a ti!

– Da coleção

 Gítanjali do poeta

Rabindranath Tagore.

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Comentários


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Olá, que bom ver você por aqui!

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